sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A Estrada


A Estrada
Autor: Cormac McCarthy
Tradutor: LISBOA, ADRIANA
Editora: ALFAGUARA BRASIL
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA

Sinopse:
Num futuro não muito distante, o planeta encontra-se totalmente devastado. As cidades foram transformadas em ruínas e pó, as florestas se transformaram em cinzas, os céus ficaram turvos com a fuligem e os mares se tornaram estéreis. Os poucos sobreviventes vagam em bandos. Um homem e seu filho não possuem praticamente nada. Apenas uns cobertores puídos, um carrinho de compras com poucos alimentos e um revólver com algumas balas, para se defender de grupos de assassinos. Estão em farrapos e com os rostos cobertos por panos para se proteger da fuligem que preenche o ar e recobre a paisagem. Eles buscam a salvação e tentam fugir do frio, sem saber, no entanto, o que encontrarão no final da viagem. Essa jornada é a única coisa que pode mantê-los unidos, que pode lhes dar um pouco de força para continuar a sobreviver.


Comentário: A Estrada é um bom exemplo de livro marcante, daqueles que você lê e nunca mais esquece. Apesar do nome parecer vago e da história não ser tão atrativa aos jovens (como as histórias de vampiros gays que brilham no Sol), eu recomendo a você, vestibulando, que deseja compreender o comportamento humano em situações extremas. Além de relatar um mundo caótico e devastado por guerras, McCarthy, relata a difícil relação entre pai e filho, buscando sempre na fé um motivo para continuar a existir.
Para aqueles acostumados a uma escrita cansativa e detalhista, A Estrada é dinâmica e quase sempre em Discursos Indireto Livre, o que faz com que o leitor se sinta ainda mais próximo aos personagens.
Leia e reflita

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Para o fim de noite chuvosa:






Kuolema Tekee Taiteilijan

Kerran vain haaveeni nähdä sain
En pienuutta alla tähtien tuntenut
Kerran sain kehtooni kalterit
Vankina sieltä kirjettä kirjoitan

Refrão
Luojani, luoksesi,
Anna minun tulla siksi,
Miksi lapseni minua luulee

Sinussa maailman kauneus,
josta kuolema teki minusta taiteilijan

Luojani, luoksesi,
Anna minun tulla siksi,
Miksi lapseni minua luulee

Oman taivaan tänne loin
Anna minun päästä pois
Oman taivaan tänne loin
Anna minun päästä pois

A Morte Me Fez Um Artista

Somente uma vez eu poderia ver meu sonho
Não senti a pequenez sob as estrelas
Uma vez havia barras em meu berço
E como um prisioneiro, eu escrevo uma de carta de lá.

Refrão
Meu senhor, a você,
deixe me tornar
o que minha criança pensa que sou.

Em você jaz a beleza do mundo,
da qual a morte fez-me um artista.

Meu senhor, a você,
deixe me tornar
o que minha criança pensa que sou.

Meu próprio paraíso, eu criei aqui
Deixe-me afastar
Meu próprio paraíso, eu criei aqui
Deixe-me afastar.